1 ano de Cozido Misto!

Há um ano, em outubro de 2013, criamos o Cozido Misto. A ideia era falar dos lugares que conhecíamos e dividir um pouco da nossa cozinha com vocês. E queremos passar a falar sobre viagem por aqui também, o que acham?

O blog é um hobby pra nós dois. Fazemos porque nos divertimos, porque nos dá prazer. E embora a boa vontade seja grande, ainda somos bem amadores em relação à fotografia, edição de imagem, etc. Fomos aprendendo tudo sozinhos. E aí percebemos que não temos o gene blogueiro dentro de nós, e sim o gene da mente gorda, hahaha. Quem nos acompanha no instagram (segue lá! @cozidomisto) já deve ter percebido que muitas fotos são postadas com a hashtag “latergram”. A razão disso é que, embora a gente lembre de tirar a foto, ficamos sempre tão ansiosos para comer, que esquecemos de postar na hora. E assim já deixamos passar várias coisas, porque a vontade de fazer gordice acaba sendo maior do que a preocupação em compartilhar tudo em tempo real. Mas estamos sempre nos esforçando para fazer, cada vez mais, um conteúdo bacana para vocês!

Por aqui, ninguém fica em cima do muro. Quando gostamos, elogiamos. Mas quando não gostamos, criticamos. Sem meias palavras, sem puxar saco, sem medo de desagradar. O blog reflete exclusivamente nossa opinião.

Nesse tempo, uma coisa engraçada também aconteceu. Quem nos acompanha desde o início provavelmente sabe que não gostávamos de vinho. Continuamos não entendendo absolutamente nada, mas aprendemos a gostar desde que viajamos para a Argentina e o Uruguai em abril desse ano. Afinal, por lá fomos obrigados a beber muito vinho, já que eram tão bons e baratos…

Nunca fizemos propaganda do blog, que cresce a cada dia por suas próprias pernas. E essa é nossa maior satisfação: saber que, mesmo sem nos conhecerem, conseguimos conquistar nosso público, exclusivamente pelo conteúdo que produzimos.

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Pra comemorar, compramos uma caixa de brigadeiros do Cadê Meu Brigadeiro?, um food truck especializado nessa delícia. Para saber onde encontrá-los, é só acompanhar o instagram deles, que eles postam todo dia onde vão estar. Aliás, é bom ficar de olho na onda dos food trucks, que finalmente está chegando a BH.

Os sabores do dia eram castanha de caju, nozes, limão, chocolate branco e coco queimado. A caixa com 9 brigadeiros pequenos custou R$18,00 (ouch! muito caro).

Por gostarmos mais de brigadeiro de chocolate preto, os nossos preferidos foram os cobertos com castanha de caju e com nozes. A textura e o sabor lembram os de trufa, sendo um pouco diferente do brigadeiro com que estamos acostumados. O gosto do chocolate é bem marcante, o que sempre é um ponto a favor. Na nossa lista de preferências, a posição seguinte ficou com o brigadeiro branco coberto com coco queimado, que é bastante gostoso também.

Já o de chocolate branco tinha dois problemas: era doce demais e as bolinhas crocantes que o cobriam eram muito grandes, o que deixava o brigadeiro desproporcional. O único que realmente não gostamos foi o de limão, cujo sabor era artificial demais. Os gostosos confeitos de chocolate escondiam a nada convidativa coloração verde do brigadeiro.

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Então, é isso. Feliz aniversário para o Cozido Misto! Agradecemos pela companhia e por nos acompanharem ao longo desse ano! Esperamos que seja apenas o primeiro! :)

Com carinho,

César e Mariana

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Festival Fartura BH 2014

Nos dias 27 e 28 de setembro, aconteceu o Festival Fartura BH, na praça José Mendes Júnior. Nós estivemos presentes no domingo, e estamos aqui agora para contar pra vocês o que achamos.

O evento foi promovido pela equipe do Festival de Gastronomia de Tiradentes e contou com a presença de 70 chefs e produtores de 14 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, com o objetivo de apresentar produtos e culinárias típicas do norte ao sul do país.

Antes de tudo, é preciso esclarecer que, infelizmente, nunca estivemos no Festival de Gastronomia de Tiradentes, então nosso único parâmetro é o Gastronomia na Praça, além, óbvio, do que entendemos por um evento de street food.

Primeiro, assim como no Gastronomia, houve troca antecipada de ingressos (que esgotaram!) em algumas unidades do Supermercado Verdemar. Não enfrentamos fila, e a troca foi muito tranquila. Porém, no que antecedeu ao evento, ficamos insatisfeitos com o fato de que maiores informações sobre o festival foram divulgadas bem em cima da hora, quando a troca de ingressos já estava sendo efetuada.

Já no evento, algumas coisas nos deixaram bem insatisfeitos. Primeiro, o espaço físico era pequeno em relação à quantidade de atrações, o que aliado à lotação e ao calor infernal que fazia no dia, tornou o ambiente desconfortável. Quem não conseguiu uma mesa (aliás, um dos pontos positivos era que havia muitas mesas), tinha que ficar em pé, já que não havia gramado com sombra em que se pudesse esticar uma toalha e sentar… Por essa razão, acabamos indo embora cedo, já que ficamos bem cansados. #velhos Outro problema também ligado ao espaço físico foi a confusa distribuição das barracas, que nos deixou perdidos procurando as coisas que queríamos.

Estranhamos muito e ficamos incomodados com a presença de garçons servindo as mesas. Uma porque os garçons “furavam” a fila das barracas de comida para servir quem estava sentado, enquanto o resto tinha que ficar em pé no sol… Outra porque era um evento de rua! Não faz o menor sentido garçons servindo mesas em um evento de street food. Ora, mais fácil ir para um restaurante, não?

Por fim, em razão do calor, preferimos beber uma boa cerveja gelada nesse dia. Mas não dá pra deixar de citar o absurdo de que quem optou pelo vinho tinha que comprar também as taças no stand do Verdemar.

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Várias atrações passaram pelo palco do evento. O único show que conseguimos assistir foi o das Las Taradas, uma banda feminina argentina muito boa e irreverente, que conseguiu agitar bem o público.

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Fica também a menção honrosa às boas práticas do Festival.

No Espaço Degustação Senac (foto), o público teve a oportunidade de conhecer os métodos de preparo e degustar pratos típicos de algumas regiões do país, como o pão de queijo da A Pão de Queijaria, apresentado pelo sócio Mário Santiago. Como o Espaço era bem no meio do evento, mesmo quem não conseguia lugar podia ouvir as apresentações. No mesmo estilo, o Espaço Aulas Senac contou com aulas teóricas gratuitas ministradas por chefs e profissionais que trabalham com bebidas.

Já no Espaço Interativo Senac, os alunos puderam cozinhar sob a orientação de renomados chefs mineiros. Queríamos ter participado da aula do Guilherme Melo, chef do Hermengarda, mas não conseguimos vagas…

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No Espaço Cozinha ao Vivo, o público assistiu, em tempo real, o preparo de pratos por chefs e cozinheiros.

Dentre os espetáculos, a tradicional churrasco feito com costelas fincadas no chão e assadas por mais de cinco horas, no Serra Clube, em Tiradentes. Para acompanhar, arroz carreteiro e farofa de linguiça. Não conseguimos experimentar. A fila gigantesca e o sol forte somado ao calor do fogo eram proibitivos.

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Domenico Pizzeria e Trattoria: Pappardelle alla Maremmana: pasta de grano duro com ragu de linguiças em redução de Malbec (R$25,00)

Esse foi o primeiro prato que comemos, e também o que mais gostamos. Esse sim servido com fartura! A massa estava mais para bem cozida do que al dente, mas o prato estava tão bom, que não o comprometeu. O ragu de linguiças em redução de Malbec estava divino e dava um sabor muito especial ao prato, complementado pelo indispensável parmesão ralado.

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Flores Restaurante: Bacalhau confit e batatas com limão siciliano (R$25,00)

Arrependimento e raiva definem esse prato. A cumbuquinha tinha muita batata e quase nada de bacalhau, nem deu pra sentir o gosto. Foi a porção de batata mais cara que já comemos na vida!

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O Gauchão (Bom Jesus do Amparo/MG): pão com linguiça (R$15,00)

Quem viaja com frequência de carro pela BR 381, certamente conhece O Gauchão, localizado a 73 km de BH, na cidade de Bom Jesus do Amparo. O pão com linguiça de lá é famoso, e não à toa: saboroso e generoso. O pão quentinho passado na chapa e o requeijão derretido combinam perfeitamente com a suculenta e bem temperada linguiça.

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Sucré Patisserie (Fortaleza/CE): Paleta de caramelo de mel com chocolate e crocante de farofa (R$20,00)

Estávamos de olho nessa sobremesa desde que chegamos, mas deixamos para comê-la no final. O resultado foi que o sorvete acabou antes das 17h – falha grave de logística, considerando que ainda havia muitas paletas e estava cedo. Então, eles passaram a vender apenas a paleta de caramelo a R$10,00. Não dá pra negar que estava deliciosa. Porém, o sorvete realmente fez falta, pois a paleta sozinha é extremamente doce e acaba ficando enjoativa.

Bom, infelizmente, o Festival Fartura 2014 não nos animou tanto quanto imaginávamos. Os problemas na concepção e na logística do evento nos incomodaram bastante, mas a qualidade da comida e das atrações (musicais e gastronômicas) é certamente um diferencial bastante positivo. Se houver outro no ano que vem, voltaremos, porém, com expectativas mais reduzidas.

Gastronomia na Praça 2014

Nos dias 14 e 15 de junho, ocorreu a segunda edição do Gastronomia na Praça, dessa vez realizada na Praça do Papa. Não conseguimos ir à primeira edição, mas estávamos lá firmes e fortes (e famintos) nos dois dias desse ano.

O Gastronomia é um evento de street food, focado em oferecer alta gastronomia a preços mais acessíveis do que aqueles praticados normalmente nos restaurantes. O evento contou com a participação de diversos restaurantes estrelados da capital, além de barracas de artesanato e alguns produtos tipicamente mineiros (café, doces caseiros, cachaça e queijos), e shows com Zeca Baleiro, Thiago Abravanel e outros.

Antes de mais nada, já deixamos claro: adoramos o evento! Agora, vamos à análise.

Foi instalado um posto de troca de ingressos no Mercado Central. O ingresso era trocado por 2kg de alimento não perecível e cada pessoa poderia pegar até dois ingressos para cada dia. Se alguém quisesse mais, poderia pegar, mas teria que enfrentar a fila de novo. Fizemos nossa troca no primeiro dia, pela manhã. A fila, apesar de grande, estava organizada e o tempo de espera foi de apenas 20min. Além disso, os restaurantes receberam alguns ingressos para distribuírem para seus clientes.

Muitas pessoas reclamaram que só havia um posto de troca e que não havia limite de ingressos por dia. Poderia haver mais postos de troca sim, mas não achamos que deva haver limite diário, pois prejudicaria quem se dispôs a deixar de fazer alguma outra coisa para ir até o local trocar o ingresso. A procura foi imensa e muitas pessoas que queriam ir não conseguiram ingresso, mas, infelizmente, essa é uma situação normal em qualquer tipo de evento… E mesmo tendo havido apenas um posto de troca, é bom ressaltar sua localização central, facilitando o acesso para a grande maioria.

Outro problema que vimos muita reclamação foi a venda de ingressos por cambistas. Infelizmente, é outra questão que afeta qualquer tipo de evento e sobre a qual nada se pode fazer: a única solução seria ingressos nomeados, mas isso também já seria exagero… Ah! Havia também um lounge e um camarote, vendidos a preços surreais…

Já no evento, ficamos impressionados com a estrutura montada, a organização e a qualidade. Fomos no sábado sem saber se voltaríamos no domingo, tudo dependeria da experiência que teríamos. E saímos com a certeza de que tínhamos que voltar no domingo, e assim fizemos. O Gastronomia lotou nos dois dias, mas, ainda assim, não nos sentimos em uma “muvuca”.

A entrada era feita pela área mais alta da praça. Ali, no primeiro pavimento, estavam o lounge, algumas barracas de artesanato e comidinhas, banheiros, mesas e bancos, postos de bebida e de compra de fichas (aparentemente, nenhum aceitando cartão). Achamos que tinha poucas mesas e poucos guarda-sol.

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No piso intermediário, estavam as barracas dos restaurantes e mais uma de artesanato, o palco principal, postos de bebida e de fichas (apenas alguns poucos aceitando cartão), algumas mesas e o camarote.

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No gramado atrás das barracas, ficava a tenda de Ensalada, uma oficina de “mini chef” para crianças e mais banheiros. Aqui, uma observação: a organização havia divulgado que haveria uma área picnic, com toalhas distribuídas gratuitamente. No sábado, vimos pouquíssimas toalhas sendo utilizadas. No domingo, a princípio, as toalhas estavam sendo ofertadas a quem quisesse – enquanto algumas pessoas pegaram várias de uma vez, outras ficaram sem (presente!). Quando fomos pegar, disseram que as toalhas tinham acabado. Só que, em menos de 10 min, vimos pessoas pegando toalhas, que passaram a ser vinculadas à compra de ensaladas! Um absurdo…

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Por ali embaixo, também estava o winebar do Grupo Meet, com uma seleção de vinhos a preços atrativos, muitas garrafas entre 25 e 45 reais. No sábado, não animamos enfrentar a fila gigantesca, e ficamos só na cerveja. No domingo, chegamos cedo e não tinha fila. Compramos, então, uma garrafa do francês Château Merlet Bordeaux (R$45,00).

Sobre as comidas, uma observação que fizemos lá: além das tais ensaladas, não havia nenhum prato para vegetarianos. Não é o nosso caso, mas é algo que deve ser considerado, para atender todos os tipos de amantes da gastronomia.

Mais uma coisa legal é que alguns restaurantes serviram opções próprias de seus cardápios regulares! Então, quem gostou muito de algum prato poderá repeti-lo em uma visita à casa. E esse é o espírito de eventos que oferecem boa gastronomia a preços mais acessíveis: introduzir o cliente no estilo do restaurante, fazendo com que ele goste e retorne em outro momento.

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Glouton: Papada de porco ensopada e grelhada com purê de batata doce. (R$20,00)

O chef Leonardo Paixão – recentemente eleito chef do ano pela Veja BH –  esteve durante todo o evento na barraca, fiscalizando os pratos. O resultado não poderia ser outro: o melhor prato do evento – não apenas pelo sabor excepcional, mas também pela preocupação com a apresentação. A papada de porco desmanchava com um leve toque do garfo, uma maciez absurda. O purê de batata doce complementava a papada de forma inusitada, conferindo um toque adocicado ao prato.

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Trindade: X-Zé: Hambúrguer com queijo canastra e catchup de goiaba. (R$20,00)

O grande destaque desse hambúrguer era a carne, picada na faca ao invés de moída. Bem temperada, saborosa, suculenta e rosada, um espetáculo. A fatia de queijo canastra era bem grossa e veio bem derretida. O catchup de goiaba foi servido em um daqueles tubos de pomada, mas acabou sendo uma grande decepção, pois não vinha quase nada. Melhor que tivesse sido servido em potes maiores (como fez o Xapuri, disponibilizando variados tipos de pimenta no balcão) ou até mesmo em sachês, mas de uma forma que não limitasse tanto o consumo – e que provavelmente saiu mais cara para o restaurante… Embora o hambúrguer estivesse delicioso, achamos o preço caro pelo prato apresentado, pois seu tamanho era pequeno e foram utilizados poucos ingredientes no preparo.

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Villa Roberti: Ravioli ripieni di gallina faraona: ravioli recheado com galinha d’angola ao molho do próprio assado com champignon fresco e ora-pro-nóbis. (R$20,00)

Prato delicioso, com sabor de comida de vó. O ravioli de galinha d’angola é uma das receitas mais tradicionais do Villa Roberti, que, como pudemos comprovar, faz jus ao seu sucesso. Mas achamos que veio pouco cogumelo.

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Xapuri: Vira lata metido a besta: pão com linguiça do Xapuri e cebola caramelizada na rapadura, rúcula e mostarda. (R$20,00)

A disputadíssima barraca do Xapuri tinha as maiores filas do evento, nos dois dias. E não é por menos: o sanduíche era grande e delicioso, com um bom custo-benefício. E o cheiro da linguiça que saía da barraca e tomava conta do gramado era de partir o coração de qualquer gordinho, rs. Pedimos nosso sanduíche partido ao meio, para dividirmos (aliás, dividimos todos os pratos, para podermos comer mais!), por isso a foto não o favoreceu muito. O pão utilizado era Cum Panio e tinha casquinha crocante por fora e massa macia. A linguiça levemente picante casava perfeitamente com a cebola caramelizada na rapadura. Já a rúcula estava ali só pra fazer aquela figuração e fingir que é um sanduíche saudável.

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Ah! Bon: Brownie com sorvete de baunilha e calda quente de chocolate. (R$15,00)

A grande sacada do Ah! Bon foi oferecer sobremesas, enquanto nenhuma outra barraca mais o fez. O resultado era que a barraca estava sempre cheia, pois todo mundo ia comer um doce depois dos pratos. Eram três opções: brigadeiros (dois por R$5,00), tartellete de chocolate branco (R$10,00) e o brownie. Acabamos ficando com o brownie nos dois dias… a gente jura que ia pedir os outros no domingo, mas não resistimos, porque o brownie, além de delicioso, era enorme!

No domingo, como já dissemos, não conseguimos nem mesa, nem toalha. Sentamos na grama mesmo, debaixo de uma árvore, com nossa garrafa de vinho, e por ali ficamos num delicioso picnic, curtindo o tempo agradável, as comidinhas, a música, a companhia… teve bão!

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Salumeria Chiari: 1) Seleção de Salumeria Defumada: lombo, picanha, pastrami, copa – acompanha pão ciabatta e azeite de oliva. 2) Seleção de Salsichas Artesanais: tradicional, com alho e defumada, com mostardas clara e escura – acompanha pão de cevada e centeio. (R$20,00)

Começamos os trabalhos de domingo com um couvert, rs. Pedimos um mix das duas opções disponíveis, e parece que só não recebemos da picanha defumada. Estava tudo muito bom, petisco com ótimo custo-benefício, principalmente pra quem foi em grupos maiores.

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Borracharia Gastropub: Tilápia crocante com aioli: filé de tilápia com molho à base de mostarda dijon. (R$20,00)

Mais uma ótima opção, que tinha filas enormes o tempo todo. Nada de óleo escorrendo: a tilápia estava bem crocante e bem temperada. O molho à base de mostarda dijon adicionava ainda mais sabor e mostrava-se como o complemento ideal para o peixe.

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Cantina Piacenza: Ravioli de queijo minas com azeite de couve, salsa brava, crocante de bacon e redução de aceto balsâmico. (R$20,00)

Olha só: dá pra contar míseros cinco raviolis no prato. Decepcionante não só pela quantidade, mas pelo sabor também – ou a falta dele -, não muito diferente daqueles que você compra no supermercado…

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Vecchio Sogno: Gnocchi di taioba com picola polpetta di carni alla salsa veneziana: gnocchi de taioba com polpetta ao molho de cebola, abobrinha e azeitona seca. (R$20,00)

Por fim, o pior prato que comemos no evento. Ah, que arrependimento de termos optado por ele… Sem gosto, sem graça, frio. O gnocchi não desmanchava na boca e as polpettas estavam meio “borrachentas”.

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Não podemos deixar de falar de uma ação bacana promovida pelo Senac durante o Gastronomia na Praça: a carreta-escola de Turismo e Hotelaria estava oferecendo gratuitamente aulas de Slow Food e de Botecaria com o chef Luciano Avellar. Conseguimos nos inscrever para a aula de Botecaria no final da tarde de domingo.

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Infelizmente, a própria logística da carreta-escola impede que os alunos vejam de perto o preparo da comida. Ainda assim, foi uma experiência interessantes para nós dois, que nunca tínhamos assistido uma aula de culinária.

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O chef Luciano Avellar ensinou uma receita típica de Minas Gerais: pastel de angu com recheio de carne e umbigo de banana.

Saímos da aula e passamos no Ah! Bon para comermos mais um brownie antes de irmos embora.

Tudo foi tão bom, que já estamos esperando o próximo Gastronomia na Praça. :)