Festival Fartura BH 2014

Nos dias 27 e 28 de setembro, aconteceu o Festival Fartura BH, na praça José Mendes Júnior. Nós estivemos presentes no domingo, e estamos aqui agora para contar pra vocês o que achamos.

O evento foi promovido pela equipe do Festival de Gastronomia de Tiradentes e contou com a presença de 70 chefs e produtores de 14 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, com o objetivo de apresentar produtos e culinárias típicas do norte ao sul do país.

Antes de tudo, é preciso esclarecer que, infelizmente, nunca estivemos no Festival de Gastronomia de Tiradentes, então nosso único parâmetro é o Gastronomia na Praça, além, óbvio, do que entendemos por um evento de street food.

Primeiro, assim como no Gastronomia, houve troca antecipada de ingressos (que esgotaram!) em algumas unidades do Supermercado Verdemar. Não enfrentamos fila, e a troca foi muito tranquila. Porém, no que antecedeu ao evento, ficamos insatisfeitos com o fato de que maiores informações sobre o festival foram divulgadas bem em cima da hora, quando a troca de ingressos já estava sendo efetuada.

Já no evento, algumas coisas nos deixaram bem insatisfeitos. Primeiro, o espaço físico era pequeno em relação à quantidade de atrações, o que aliado à lotação e ao calor infernal que fazia no dia, tornou o ambiente desconfortável. Quem não conseguiu uma mesa (aliás, um dos pontos positivos era que havia muitas mesas), tinha que ficar em pé, já que não havia gramado com sombra em que se pudesse esticar uma toalha e sentar… Por essa razão, acabamos indo embora cedo, já que ficamos bem cansados. #velhos Outro problema também ligado ao espaço físico foi a confusa distribuição das barracas, que nos deixou perdidos procurando as coisas que queríamos.

Estranhamos muito e ficamos incomodados com a presença de garçons servindo as mesas. Uma porque os garçons “furavam” a fila das barracas de comida para servir quem estava sentado, enquanto o resto tinha que ficar em pé no sol… Outra porque era um evento de rua! Não faz o menor sentido garçons servindo mesas em um evento de street food. Ora, mais fácil ir para um restaurante, não?

Por fim, em razão do calor, preferimos beber uma boa cerveja gelada nesse dia. Mas não dá pra deixar de citar o absurdo de que quem optou pelo vinho tinha que comprar também as taças no stand do Verdemar.

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Várias atrações passaram pelo palco do evento. O único show que conseguimos assistir foi o das Las Taradas, uma banda feminina argentina muito boa e irreverente, que conseguiu agitar bem o público.

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Fica também a menção honrosa às boas práticas do Festival.

No Espaço Degustação Senac (foto), o público teve a oportunidade de conhecer os métodos de preparo e degustar pratos típicos de algumas regiões do país, como o pão de queijo da A Pão de Queijaria, apresentado pelo sócio Mário Santiago. Como o Espaço era bem no meio do evento, mesmo quem não conseguia lugar podia ouvir as apresentações. No mesmo estilo, o Espaço Aulas Senac contou com aulas teóricas gratuitas ministradas por chefs e profissionais que trabalham com bebidas.

Já no Espaço Interativo Senac, os alunos puderam cozinhar sob a orientação de renomados chefs mineiros. Queríamos ter participado da aula do Guilherme Melo, chef do Hermengarda, mas não conseguimos vagas…

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No Espaço Cozinha ao Vivo, o público assistiu, em tempo real, o preparo de pratos por chefs e cozinheiros.

Dentre os espetáculos, a tradicional churrasco feito com costelas fincadas no chão e assadas por mais de cinco horas, no Serra Clube, em Tiradentes. Para acompanhar, arroz carreteiro e farofa de linguiça. Não conseguimos experimentar. A fila gigantesca e o sol forte somado ao calor do fogo eram proibitivos.

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Domenico Pizzeria e Trattoria: Pappardelle alla Maremmana: pasta de grano duro com ragu de linguiças em redução de Malbec (R$25,00)

Esse foi o primeiro prato que comemos, e também o que mais gostamos. Esse sim servido com fartura! A massa estava mais para bem cozida do que al dente, mas o prato estava tão bom, que não o comprometeu. O ragu de linguiças em redução de Malbec estava divino e dava um sabor muito especial ao prato, complementado pelo indispensável parmesão ralado.

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Flores Restaurante: Bacalhau confit e batatas com limão siciliano (R$25,00)

Arrependimento e raiva definem esse prato. A cumbuquinha tinha muita batata e quase nada de bacalhau, nem deu pra sentir o gosto. Foi a porção de batata mais cara que já comemos na vida!

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O Gauchão (Bom Jesus do Amparo/MG): pão com linguiça (R$15,00)

Quem viaja com frequência de carro pela BR 381, certamente conhece O Gauchão, localizado a 73 km de BH, na cidade de Bom Jesus do Amparo. O pão com linguiça de lá é famoso, e não à toa: saboroso e generoso. O pão quentinho passado na chapa e o requeijão derretido combinam perfeitamente com a suculenta e bem temperada linguiça.

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Sucré Patisserie (Fortaleza/CE): Paleta de caramelo de mel com chocolate e crocante de farofa (R$20,00)

Estávamos de olho nessa sobremesa desde que chegamos, mas deixamos para comê-la no final. O resultado foi que o sorvete acabou antes das 17h – falha grave de logística, considerando que ainda havia muitas paletas e estava cedo. Então, eles passaram a vender apenas a paleta de caramelo a R$10,00. Não dá pra negar que estava deliciosa. Porém, o sorvete realmente fez falta, pois a paleta sozinha é extremamente doce e acaba ficando enjoativa.

Bom, infelizmente, o Festival Fartura 2014 não nos animou tanto quanto imaginávamos. Os problemas na concepção e na logística do evento nos incomodaram bastante, mas a qualidade da comida e das atrações (musicais e gastronômicas) é certamente um diferencial bastante positivo. Se houver outro no ano que vem, voltaremos, porém, com expectativas mais reduzidas.

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BH: MeetMe At The Yard

O MeetMe já estava na listinha de lugares para ir há algum tempo… ficava babando nas fotos dos cocktails e das comidinhas no instagram, e a vontade só aumentou depois que eles ganharam como melhor carta de drinks e barman do ano pela Veja Comer e Beber BH 2014.

Sair para beber uns drinks é um ótimo programa para reunir amigos e amigas (mas também tinha casais lá!). E foi assim que, em duas semanas seguidas, fui parar no MeetMe.

Nos dias em que fui, uma terça e uma quarta, não houve cobrança de consumação mínima, então não sei dizer se eles aboliram essa prática, se ela permanece apenas nos dias em que há algum evento ou se a informação no site da Veja está certa e a cobrança é feita apenas de quinta a sábado, estabelecida em 30 reais. Mas vamos combinar que fixar consumação mínima é algo antiquado e desnecessário, já que é praticamente impossível consumir menos do que isso por lá… UPDATE: A equipe do MeetMe entrou em contato conosco para esclarecer que não há mais cobrança de consumação mínima. Porém, às quintas-feiras, há cobrança de 10 reais de couvert no novo projeto Discograffiti, referente ao DJ convidado e ao artista do live-paiting.

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O casarão tem vários ambientes, mas, nas duas ocasiões, sentamos no deck dos fundos, com uma boa vista para o telão projetado no edifício vizinho. Na primeira vez que fui, era uma quarta-feira, dia da final do Atlético/MG na Recopa Sul-americana 2014. Antes de o jogo começar, o telão mostrava desenhos do Cartoon Network (hahaha), mas sem som, para não atrapalhar a música muito boa que tocava ao fundo… Depois, transmitiram o jogo, mas o ambiente continuou tranquilo. Durante a Copa, até tentamos ver um jogo lá, mas não conseguimos lugares. Há dias também em que o espaço se transforma em “cinema”, a exemplo do último domingo, cujo filme escolhido foi o excelente Her, e do próximo domingo, que passará o premiado 12 Anos de Escravidão. Às vezes tem DJ, churrasco no jardim… enfim, um espaço com opções bem variadas de entretenimento.

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Os cocktails são divididos em categorias de acordo com o tipo de bebida e copo em que são servidos. São elas: Mason Jar, On The Rocks, Is Bubble, Bamboo, Shakes, Long Neck e Grandma’s Mug. Há também opções sem álcool, doses, shots, cervejas etc. Todos os cocktails têm a opção de bebida nacional ou importada, e por isso há dois preços no cardápio. Vale ressaltar que a apresentação dos drinks é sensacional.

De terça a sexta, tem rodada dupla das 18h às 20h, mas apenas com cocktails selecionados em cada dia. E é bom ficar esperto, pois nas duas vezes os garçons não avisaram e nós tivemos que perguntar, ainda bem que já sabíamos que tinha…

Por falar em garçons, o atendimento, na maior parte do tempo, é muito simpático, eles tiram todas as suas dúvidas, depois perguntam se as comidas e bebidas estavam boas… O problema é que, nos dois dias, com vários garçons, senti uma certa pressão para pedir mais bebidas ou comidas, uma insistência um pouco desagradável em alguns momentos…

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Wadamelon!: vodca, tennessee whisky, amaretto, suco de melancia, suco de laranja, suco de maçã (Mason Jar: R$17,00 / 26,00)

Na primeira ida, os cocktails da rodada dupla eram o Wadamelon!, o Gumrise e o Fling Mule. Pedimos um de cada.

O Wadamelon! é muito doce, só dá pra sentir o gosto de melancia. Gostoso, mas tem que gostar muito de melancia, porque fica enjoativo rápido. Sentimos pouco (ou nenhum) gosto de álcool, apesar de o drink levar vodka, whisky e amaretto.

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Gumrise: vodca infusa em frutas vermelhas, suco de cranberry, suco de laranja, leite de coco, abacaxi, xarope de açúcar (Shake: R$17,00 / 26,00)

Não sei se o problema era o paladar já viciado do outro drink, mas só conseguia sentir gosto de melancia, hahaha Outro cocktail doce, um pouco enjoativo e sem gosto de álcool… Dos três, foi o que menos gostamos.

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Fling Mule: vodca, aperol, cerveja lager, suco de laranja, suco de limão, ginger ale (Long Neck: R$16,00 / 25,00)

Ah, o Fling Mule.. esse sim merece repeteco! Segundo o garçom, ele foi o único que continuou sendo pedido após o fim da rodada dupla, então acho que não foi só a nossa mesa que não gostou muito dos outros… O gosto é de cerveja de laranja, delicioso!

A cozinha é estilo americana, mas incorpora ingredientes regionais, o que dá um toque único aos pratos do MeetMe.

O preço dos petiscos varia entre 23 e 42 reais. Há também opções de sanduíches por 25 a 28 reais 30 reais (aumentaram os preços de uma semana para a outra!). Como se não bastasse aumentarem os preços, os hambúrgueres sequer vêm acompanhados de batatas fritas, o que os torna ridiculamente caros. Na segunda ida, pedimos os mini Stripcheese Burguer (mini burguer, coberto com geleia de bacon, nosso queijo, ketchup coreano e picles de cebola em brioche, R$32,00). Absurdamente delicioso, mas os quatro mini burguers são realmente minúsculos (faltou foto, desculpa).

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Chorimaki: rolinhos primavera de linguiça ao chimichurri acompanhados de molho agridoce de cerveja (R$29,00)

A pimenta dos rolinhos nos pegou de surpresa: foi difícil para três meninas que não gostam de pimenta comerem até o final… Nessa hora, os cocktails muito doces até ajudaram, hahaha. Apesar da pimenta, estavam muito gostosos. Quem gosta, pode se jogar. O problema é que o custo-benefício não é bom em razão da pequena quantidade servida.

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Helldorado: cubinhos de frango empanados em polenta crocante acompanhados de molho de mostarda e melaço (R$35,00)

Essa porção de frango é a melhor opção, não apenas pelo sabor, mas pela grande quantidade. Não é à toa que era pedida por quase todas as mesas! Confesso que o aroma que exalava da mesa ao lado foi decisivo para a escolha. Os frangos estavam macios, bem temperados e saborosos e ainda com uma casquinha crocante. O molho também era muito bom, mas veio pouco em relação à quantidade de frango. Até chegamos a pedir mais, mas a porção extra custava seis reais, e aí desistimos. Pode me chamar de pão dura, mas não pago seis reais em um potinho de molho, sem noção!

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Captain Jack: tennessee whisky, cerveja lager, campari, suco de laranja, suco de maça, gengibre (Long Neck, R$16,00 / 25,00)

Na segunda ida, os cocktails da rodada dupla eram o Fling Mule e o Captain Jack. Mais uma vez, pedimos um de cada. Os dois têm a mesma base (cerveja e suco de laranja) e se diferenciam nos outros ingredientes, mas, sinceramente, não conseguimos sentir muita diferença entre os dois: são igualmente deliciosos. Pra acompanhar o happy hour, comemos os mini burguers que falei acima.

O MeetMe é, de fato, um lugar diferenciado. As comidas são gostosas e os cocktails, bem diferentes do que estamos acostumados a ver em outros lugares. Aliás, é exatamente por isso que o Tiago Santos ganhou como barman do ano, né. Além disso, ainda há variadas opções de entretenimento e culturais. Definitivamente, vale a pena.

MeetMe At The Yard: Rua Curitiba, 2578, Lourdes – (31) 3297.0909. Horário de funcionamento: terça e quarta de 18h à 0h; quinta à sábado de 18h à 1h; domingo de 17h às 23h.

BH: Dub

Nos últimos anos, têm surgido, no Edifício Maletta, diversos novos bares, tanto na bela varanda com vista para a Rua da Bahia ou para a Av. Augusto de Lima, quanto em seu interior, sem contar aqueles localizados na calçada, como a nova unidade do Duke’n’Duke.

Sobre o assunto, vale a pena ler esse post no Blog do Girão.

Com tamanha variedade e em busca de novidades, nós dois resolvemos começar a explorar tudo o que o Maletta tem para oferecer. Então, além desse post sobre o Dub, ainda virão mais posts sobre outros bares de lá.

Por enquanto, das opções no segundo andar, o Dub tem sido o nosso preferido. Esse post é fruto de três idas ao bar, que definitivamente conquistou nossos corações com boa comida, boa bebida e preços razoáveis.

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O Dub está localizado na varanda do segundo andar, com frente para a Rua da Bahia e lateral para o corredor. Sua localização estratégica permite que o Dub distribua mais mesas do que os bares do meio da varanda, sendo possível que o cliente se sente em uma mesa próxima à varanda e aproveite a vista, ou no corredor e se proteja do vento nos dias frios. Caso não haja mesa disponível, dá para sentar no balcão e beber uns drinks enquanto espera.

A decoração externa é bem simples, e há mesas e cadeiras de madeira confortáveis. Aqui, confessamos uma falha nossa: em nenhuma das vezes, entramos no bar para reparar na decoração da parte interna, mas vimos que tem uma mesa com sofá.

O atendimento é ok. Os pratos chegam rápido, mas não é possível fazer nenhuma alteração nos pedidos, pois, aparentemente, as porções já são pré-preparadas.

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Em nossa primeira ida, sentamos na disputada varanda e bebemos umas cervejas Gold, produzida pela Kaiser. A long neck custa R$5,50. O bar apresenta uma variedade razoável de cervejas.

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Mini Porpetas Dub: acompanha pães variados com molho pelati em ervas frescas (R$25,00) – obs: possui opção vegan.

A porção vem em quantidade suficiente para duas pessoas. O molho provavelmente é feito com tomate pelado enlatado, aparentemente misturado com tomates frescos. Pra quem é um pouco chatinho, é possível sentir o gosto característico de molho de tomate pronto. Felizmente, ainda assim, o molho é delicioso e muito bem temperado com cebola e ervas, além dos pedaços grosseiros de tomate pelado. As mini porpetas tinham casquinha crocante e interior macio, e também estavam bem temperadas. As torradas de baguete italiana também estavam muito boas e complementavam perfeitamente o prato (só não conseguimos enxergar a variedade dita na descrição, mas tudo bem). Delícia, excelente custo-benefício, vale muito a pena pedir! E ponto por Dub, que oferece uma opção vegan do prato!

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O bar é famoso pela extensa e variada carta de drinks, tanto que foi eleito pela Veja BH como a melhor carta de drinks em 2013. E de lá pra cá, o número de opções aumentou bastante. A média de preços é de 19 reais. Há desde drinks tradicionais, como a Margarita da foto, até alguns mais diferentes, com combinações inusitadas.

Ah, a Margarita estava bem forte, sinal de que eles não economizam no álcool! hehehe

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Linguicinha Vip: com vinho tinto reduzido e molho de mostarda dijon (R$23,00)

Essa foi a única porção que nos decepcionou um pouco. A mostarda não era dijon, e sim do tipo holandesa (escura). Esperávamos que o vinho tinto reduzido fosse um molho, mas na verdade se tratava de um potinho com cebola em tiras, cozida em vinho. As linguicinhas deveriam ter sido fritas por menos tempo, pois ficaram esturricadas por fora e secas por dentro. A porção até que não estava ruim, mas poderia ser beeem melhor.

A porção vem em quantidade suficiente para duas pessoas, mas para ser comida como petisco apenas. Nesse dia, só passamos lá para um happy hour rapidinho, e fomos jantar no Oak, onde ainda comemos prato principal e sobremesa. gordos

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Hacienda La Punta (Chile) – Cabernet Sauvignon (R$40,00)

Além das cervejas e coquetéis, há algumas garrafas de vinho com preço muito amigo (entre 32 e 85 reais) e também a opção de taças de vinho malbec, rosé e sauvignon blanc (12 reais). Não entendemos nada de vinho, e nosso critério é: se dá pra beber, então é bom. E, sim, já que não entendemos nada, escolhemos vinho pelo preço. Pelos nossos critérios, esse estava ótimo.

Eles perguntam se você prefere em temperatura ambiente ou frio. Pedimos frio, e veio muito gelado.

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Iscas de Filet Mignon ao Vinho com Cogumelos Frescos: filet em iscas, cogumelos, vinho branco, tomatinho cereja e creme de leite fresco. Acompanha pães variados. (R$36,00)

Os cogumelos são: cogumelo de paris, shiitake e shimeji, e são utilizadas as versões frescas. Nós amamos cogumelos, e a porção foi muito bem preparada, pois tinha cogumelos com fartura e era possível sentir perfeitamente o gosto de cada um. Aliás, tinha tanto cogumelo, que até achamos que tinha pouca carne, mas, no fim das contas, a proporção estava boa. O molho estava muito gostoso, mas achamos que tinha pouco caldo (amamos molhar o pão no caldinho, quem não?). A carne estava boa, as tiras de filé tinham um bom tamanho e estavam no ponto certo.

Os pães que acompanham a porção são os mesmos que acompanham as mini porpetas, ou seja, baguete italiana e nada de variedade. Isso não é exatamente um problema, pois o pão é gostoso, mas, nesse ponto, a descrição do prato não bate com a realidade.

O Dub é um ótimo lugar para um happy hour ou até mesmo um jantar, seja a dois ou com os amigos. O bar tem uma boa variedade de bebidas e porções a bons preços. Há também hambúrgueres e sanduíches, com média de preços de 20 reais (vimos alguns sendo servidos e pareciam muito bons, queremos ir lá provar). Enfim, boa comida, boa bebida e bom preço. Vale a pena.

Dub: Edifício Maletta – Rua da Bahia, 1148, sobreloja 5 (varanda do segundo andar), Centro – (31) 3234.2405.