BH: Dub – burguer edition

Já falamos por aqui do Dub, um bar no Edifício Maletta que serve ótimos drinks, porções e tem preços bacanas.

No primeiro post, mencionamos ao final que tínhamos visto alguns hambúrgueres sendo servidos que pareciam muito bons, e que queríamos voltar para prová-los. E a triste verdade foi que, logo depois de o post ter ido ao ar, voltamos lá e comemos um hambúrguer, mas foi decepcionante, pois estava bem ruim.

dub burguer leo

Daí que, tempos depois, vimos essa foto no instagram do chef Leonardo Paixão, do Glouton, recomendando o hambúrguer e esclarecendo que a equipe de cozinha tinha sido reformulada. A imagem era realmente animadora, com um hambúrguer apetitoso e batatas fritas de verdade cuidadosamente montadas, compondo uma bela apresentação. Com uma recomendação desse nível e sendo dois adoradores de um bom hambúrguer, resolvemos dar outra chance pros sanduíches do Dub.

dub eisenbahn

Para beber, pedimos duas Eisenbahn Weizenbier (R$10,00). Já deve ter dado pra perceber por aqui que amamos a combinação de hambúrguer com cerveja de trigo…

dub burguer

A foto do cardápio não ficou boa, mas esperamos que consigam ler. As opções são poucas, mas boas e com preços razoáveis.

Todos os hambúrgueres são acompanhados de fritas cobertas de parmesão e crumble de bacon.

Vale dizer que nossos pedidos demoraram mais de uma hora para chegar, e isso num dia em que não estava lotado… Depois de um bom tempo de espera, o garçom veio até nossa mesa ver nossa comanda para conferir se o pedido tinha sido encaminhado à cozinha…!

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Cheese Montana: hambúrguer caseiro coberto por cebola roxa caramelizada no barbecue e muçarela derretida, bacon crocante, molho de queijo fundido e geleia picante de jalapeño (R$22,00)

À primeira vista, uma pequena decepção: cadê as batatas fritas de verdade da foto do Leonardo Paixão? Nossos sanduíches vieram com batatas congeladas. Não somos surtados em relação a isso de não ir a algum lugar porque a batata é congelada. Seria melhor se as fritas fossem feitas pelo próprio estabelecimento? Seria. Perde uns pontinhos? Perde. Mas se o hambúrguer é realmente bom, comemos felizes. No entanto, achamos a quantidade muito pequena, pois, já que é pra servir batata congelada, pelo menos que seja em abundância! Se tem uma coisa que me chateia é ter que racionar batata enquanto como meu hambúrguer…

A geleia picante de jalapeño vem à parte – ainda bem, pois é bem forte! A carne era enorme, estava num ponto ótimo e bem saborosa. O bacon veio em boa quantidade, bem crocante e sequinho, ou seja, perfeito! Achei que poderia ter mais queijo, mas ainda assim o hambúrguer estava delicioso!

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Alta Fidelidade Burguer: hambúrguer artesanal coberto por queijo cheddar, bacon crocante e molho de queijo fundido, acompanhado de alface americana e tomates maduros (R$22,00)

A segunda escolha foi um hambúrguer clássico, simples e direto. O bacon estava muito bom, justificando a descrição a cada barulhenta mordida que eu dava. A carne veio bem passada, o que é uma pena, já que a sua suculência é crucial para o sabor do sanduíche. Talvez seja necessário esclarecer ao garçom o ponto desejado. Quanto ao molho de queijo fundido, não senti, não vi, só ouvi falar. De qualquer forma, a experiência foi positiva, tendo o hambúrguer um excelente custo x benefício.

Bom, continuamos gostando do Dub e recomendando a visita. Agora podemos afirmar que, além das porções e bebidas, os hambúrgueres também valem a pena, rivalizando, inclusive, com os do Duke’n’Duke, que abriu, há poucos meses, uma unidade no térreo do Maletta. E a julgar pelas nossas últimas visitas às duas casas, é melhor o Duke ficar esperto e tratar de melhorar ou vai perder sua clientela pro bar de cima…

Dub: Edifício Maletta – Rua da Bahia, 1148, sobreloja 5 (varanda do segundo andar), Centro – (31) 3234.2405. Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 18h à 00:30.

Festival Fartura BH 2014

Nos dias 27 e 28 de setembro, aconteceu o Festival Fartura BH, na praça José Mendes Júnior. Nós estivemos presentes no domingo, e estamos aqui agora para contar pra vocês o que achamos.

O evento foi promovido pela equipe do Festival de Gastronomia de Tiradentes e contou com a presença de 70 chefs e produtores de 14 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, com o objetivo de apresentar produtos e culinárias típicas do norte ao sul do país.

Antes de tudo, é preciso esclarecer que, infelizmente, nunca estivemos no Festival de Gastronomia de Tiradentes, então nosso único parâmetro é o Gastronomia na Praça, além, óbvio, do que entendemos por um evento de street food.

Primeiro, assim como no Gastronomia, houve troca antecipada de ingressos (que esgotaram!) em algumas unidades do Supermercado Verdemar. Não enfrentamos fila, e a troca foi muito tranquila. Porém, no que antecedeu ao evento, ficamos insatisfeitos com o fato de que maiores informações sobre o festival foram divulgadas bem em cima da hora, quando a troca de ingressos já estava sendo efetuada.

Já no evento, algumas coisas nos deixaram bem insatisfeitos. Primeiro, o espaço físico era pequeno em relação à quantidade de atrações, o que aliado à lotação e ao calor infernal que fazia no dia, tornou o ambiente desconfortável. Quem não conseguiu uma mesa (aliás, um dos pontos positivos era que havia muitas mesas), tinha que ficar em pé, já que não havia gramado com sombra em que se pudesse esticar uma toalha e sentar… Por essa razão, acabamos indo embora cedo, já que ficamos bem cansados. #velhos Outro problema também ligado ao espaço físico foi a confusa distribuição das barracas, que nos deixou perdidos procurando as coisas que queríamos.

Estranhamos muito e ficamos incomodados com a presença de garçons servindo as mesas. Uma porque os garçons “furavam” a fila das barracas de comida para servir quem estava sentado, enquanto o resto tinha que ficar em pé no sol… Outra porque era um evento de rua! Não faz o menor sentido garçons servindo mesas em um evento de street food. Ora, mais fácil ir para um restaurante, não?

Por fim, em razão do calor, preferimos beber uma boa cerveja gelada nesse dia. Mas não dá pra deixar de citar o absurdo de que quem optou pelo vinho tinha que comprar também as taças no stand do Verdemar.

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Várias atrações passaram pelo palco do evento. O único show que conseguimos assistir foi o das Las Taradas, uma banda feminina argentina muito boa e irreverente, que conseguiu agitar bem o público.

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Fica também a menção honrosa às boas práticas do Festival.

No Espaço Degustação Senac (foto), o público teve a oportunidade de conhecer os métodos de preparo e degustar pratos típicos de algumas regiões do país, como o pão de queijo da A Pão de Queijaria, apresentado pelo sócio Mário Santiago. Como o Espaço era bem no meio do evento, mesmo quem não conseguia lugar podia ouvir as apresentações. No mesmo estilo, o Espaço Aulas Senac contou com aulas teóricas gratuitas ministradas por chefs e profissionais que trabalham com bebidas.

Já no Espaço Interativo Senac, os alunos puderam cozinhar sob a orientação de renomados chefs mineiros. Queríamos ter participado da aula do Guilherme Melo, chef do Hermengarda, mas não conseguimos vagas…

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No Espaço Cozinha ao Vivo, o público assistiu, em tempo real, o preparo de pratos por chefs e cozinheiros.

Dentre os espetáculos, a tradicional churrasco feito com costelas fincadas no chão e assadas por mais de cinco horas, no Serra Clube, em Tiradentes. Para acompanhar, arroz carreteiro e farofa de linguiça. Não conseguimos experimentar. A fila gigantesca e o sol forte somado ao calor do fogo eram proibitivos.

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Domenico Pizzeria e Trattoria: Pappardelle alla Maremmana: pasta de grano duro com ragu de linguiças em redução de Malbec (R$25,00)

Esse foi o primeiro prato que comemos, e também o que mais gostamos. Esse sim servido com fartura! A massa estava mais para bem cozida do que al dente, mas o prato estava tão bom, que não o comprometeu. O ragu de linguiças em redução de Malbec estava divino e dava um sabor muito especial ao prato, complementado pelo indispensável parmesão ralado.

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Flores Restaurante: Bacalhau confit e batatas com limão siciliano (R$25,00)

Arrependimento e raiva definem esse prato. A cumbuquinha tinha muita batata e quase nada de bacalhau, nem deu pra sentir o gosto. Foi a porção de batata mais cara que já comemos na vida!

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O Gauchão (Bom Jesus do Amparo/MG): pão com linguiça (R$15,00)

Quem viaja com frequência de carro pela BR 381, certamente conhece O Gauchão, localizado a 73 km de BH, na cidade de Bom Jesus do Amparo. O pão com linguiça de lá é famoso, e não à toa: saboroso e generoso. O pão quentinho passado na chapa e o requeijão derretido combinam perfeitamente com a suculenta e bem temperada linguiça.

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Sucré Patisserie (Fortaleza/CE): Paleta de caramelo de mel com chocolate e crocante de farofa (R$20,00)

Estávamos de olho nessa sobremesa desde que chegamos, mas deixamos para comê-la no final. O resultado foi que o sorvete acabou antes das 17h – falha grave de logística, considerando que ainda havia muitas paletas e estava cedo. Então, eles passaram a vender apenas a paleta de caramelo a R$10,00. Não dá pra negar que estava deliciosa. Porém, o sorvete realmente fez falta, pois a paleta sozinha é extremamente doce e acaba ficando enjoativa.

Bom, infelizmente, o Festival Fartura 2014 não nos animou tanto quanto imaginávamos. Os problemas na concepção e na logística do evento nos incomodaram bastante, mas a qualidade da comida e das atrações (musicais e gastronômicas) é certamente um diferencial bastante positivo. Se houver outro no ano que vem, voltaremos, porém, com expectativas mais reduzidas.

BH: Deli Handmade

Estamos um pouco sumidos porque os últimos tempos têm sido muito corridos… Além disso, quem nos segue no instagram (@cozidomisto) deve ter visto que o blog agora tem uma mascotinha linda, a Belinha. Também por causa dela, estamos numa fase mais caseira, pois a pequena ainda tem dificuldade para ficar sozinha em casa… :(

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Filha de peixe, peixinha é… Belinha é uma bolinha de pelos muito esfomeada!

Mas enfim.. voltando ao foco do blog, hehe

A Deli Handmade é a mais nova (ok, já não tão nova assim) hamburgueria de BH. Já contamos por aqui que amamos um bom hambúrguer, então sempre que há uma novidade nesse ramo, ficamos curiosos para provar.

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O espaço é basicamente um corredor, com algumas mesas e um balcão na parte de dentro e mais outras mesas na calçada. Por ser tão pequeno, em geral há filas. Nós tivemos que esperar um pouco no dia que fomos e acabamos sentando no balcão.

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Pra beber, Eisenbahn Weizenbier (R$9,90). A gente gosta de comer hambúrguer acompanhado de uma boa cerveja, e a Deli apresenta uma boa variedade de cervejas especiais.

Além dos hambúrgueres, há também uma boa variedade de sanduíches, mas eles não são acompanhados de batatas – não nos perguntem o porquê, já que os preços são iguais ou mais altos do que os dos hambúrgueres…

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J Fat Boy: pão australiano, blend de picanha 200g, creme de cheddar ao Jack Daniel’s, bacon e chutney de cebola (R$30,90)

Os hambúrgueres vêm acompanhados de fritas ou chips de batata doce. E é aquela mesma história do Duke: quatro batatinhas e só. O resultado é o racionamento de batatas durante o lanche, o que já falamos por aqui que não nos agrada…

E já que mencionamos o Duke, dou logo o meu parecer: achei esse hambúrguer mais gostoso do que os que provei do Duke. A carne estava suculenta e saborosa, bacon crocante e com muito cheddar. A única coisa que trocaria seria o pão australiano, mas só porque eu não sou muito fã mesmo, pois o pão em si não era ruim.

Sobre a apresentação, devo dizer que achei legal o símbolo da casa marcado no pão. Um charminho extra muito bem vindo. Já a faca enorme e pesada fincada no sanduíche faz uma graça, mas é um pouco incômoda, já que, devido ao seu peso, não é capaz de se sustentar nessa posição sem que alguém a segure.

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Pastrami: pastrami, pão de centeio, molho de mostarda picante, queijo gouda e rúcula (R$31,90)

Já que ela resolveu pedir o hambúrguer, eu decidi arriscar no sanduíche de pastrami, um dos lanches especiais da casa. Sendo muito famosos nas Delis nova-iorquinas, especialmente o da Katz Delicatessen, o sanduíche de pastrami não é facilmente encontrado por essas terras belorizontinas, apesar da carne poder ser comprada em algumas salumerias.

Infelizmente, o sanduba da Deli não me convenceu. Além de achar pouca a quantidade de carne, que não honra seus parentes norte-americanos, o pastrami estava terrivelmente seco, o que foi uma decepção gigantesca. Outro detalhe que me incomodou foi o queijo gouda de sabor apagado, tanto pela carne quanto pela mostarda. Enfim, incomodado com a carne, perguntei ao garçom a procedência, ficando sabendo que é de fabricação própria… o que não é um bom sinal.

Não comemos a famosa sobremesa Trop Bon (fondan de chocholate meio amargo, crocante de amêndoas, calda fudge e picolé Easy Ice), pois, apesar da vontade, já estávamos pra lá de satisfeitos… Mas vale mencionar o preço abusivo do doce, que custa 29 reais e não passa de um petit gateau estilizado, com um picolé enfiado no bolinho, ao invés da bola de sorvete.

No geral, gostamos da Deli. Os lanches são gostosos (apesar dos problemas citados) e fartos, à exceção das batatas, que poderiam vir em maior quantidade e acompanhando também os sanduíches. Os preços seguem a mesma faixa elevada que já criticamos no post do Duke’n’Duke…

Deli Handmade: Rua Professor Antônio Aleixo, 591, Lourdes – (31) 3564.6370

Horário de funcionamento: terça a domingo, de 18:30 à 01h.

Receita: Hambúrguer caseiro

Hambúrguer é uma de nossas comidas preferidas. Impossível resistir a um hambúrguer, ainda mais se for caseiro… Pior ainda se levar cogumelos! hahaha Dessa vez, nem iríamos postar nada com cogumelos, seria só a receita do cheese bacon burguer caseiro. Mas lembramos que, há muito tempo, tínhamos fotografado o preparo do White Dragon Shimeji Burguer, receita do Cozinha de Jack, e não postamos, então resolvemos incluir aqui de bônus.

CHEESE BACON BURGUER ACOMPANHADO DE BATATAS ASSADAS COM ALECRIM

Ingredientes

400g de patinho

Sal e pimenta do reino a gosto

Azeite

Meia cebola picada em rodelas ou tiras

6 fatias de queijo cheddar

6 fatias de bacon

Mostarda de dijon (opcional)

2 pães de hambúrguer

Alface e tomate

4 batatas

Alecrim

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Modo de preparo

Comece pelas batatas, pois elas levarão um tempo considerável para ficarem prontas… Descasque as batatas, parta-as ao meio e pique cada metade em três tiras no sentido do comprimento, de forma que fiquem um pouco gordinhas. Cozinhe até que fiquem macias, mas sem desmanchar. Optamos por fazer as batatas assadas ao invés de fritas, mas você pode fritá-las se assim preferir. Para fazê-las assadas, disponha-as em uma assadeira sem deixar que se sobreponham e tempere com sal, pimenta do reino e alecrim a gosto. Coloque para assar e vá virando as batatas à medida que cada lado for criando uma casquinha crocante. Dessa forma, as batatas ficaram macias por dentro e sequinhas.

Compramos bacon em tiras para preparar no microondas. É um pouco mais caro do que o bacon em pedaço, mas muito prático de preparar e o bacon fica muito sequinho e crocante. Forre um prato ou travessa própria para microondas com duas folhas de papel toalha e disponha as tiras de bacon, sem que nenhuma fique em cima de outra. Cubra com mais duas folhas de papel toalha e repita a operação com todas as tiras de bacon. No nosso caso, deu três camadas de tiras de bacon. Finalize com duas folhas de papel toalha e leve ao microondas por 6 minutos ou o tempo necessário (de acordo com a potência do seu microondas) para que o bacon fique crocante.

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Para preparar a carne, o ideal é utilizar um cutelo. Maltrate a carne bastante, triturando-a em pedaços bem pequenos. Mas é pra bater sem dó mesmo… pode despejar as frustrações da vida inteira na bendita. Depois,  passe uma faca no bolo para se certificar de que cortou direito. O resultado é quase o de um moedor. Pode utilizar variados tipos de carne: fraldinha, contra-filé, patinho, etc. Não precisa tirar toda a gordura da carne, já que ela ajuda no sabor e na suculência do hambúrguer… a nossa infelizmente já estava completamente limpa como vocês podem ver na foto.

Tempere com sal e pimenta do reino e faça duas bolas. Depois, é só achatar com a mão ou um pequeno prato, formando discos um pouco maiores do que o pão. Aí deixe na geladeira até a hora de passá-los na frigideira.

Em uma frigideira, coloque um fio de azeite e passe os hambúrgueres. Aproveitamos a “borra” da carne para passarmos a cebola junto com os hambúrgueres.

Quando a carne estiver quase no ponto desejado, coloque três fatias de queijo cheddar em cada hambúrguer, despeje um pouco de água na frigideira e tampe-a imediatamente, para que o vapor da água ajude a derreter rapidamente o queijo.

Se gostar do pão na chapa, passe as duas metades internas do pão na frigideira. Nesse dia, só conseguimos comprar esse pão feio, mas preferimos com gergelim ou até mesmo pão de hambúrguer de sal.

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Para a montagem do hambúrguer, passe mostarda de dijon nas duas metades do pão. Coloque uma folha de alface, o hambúrguer com o queijo, a cebola, o bacon e duas rodelas de tomate.

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Para uma gordice sem hipocrisia (hehe), deixe o alface e o tomate de lado e se jogue no bacon e nas batatas.

WHITE DRAGON SHIMEJI BURGUER

Ingredientes

400g de contra-filé

Sal e pimenta do reino a gosto

Azeite

200g de shimeji

1 cebola picada em tiras

1 colher de sopa de manteiga

Shoyu

6 fatias de queijo cheddar

2 pães de hambúrguer

400g de batatas congeladas

Páprica picante

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Modo de preparo

Prepare os hambúrgueres do mesmo modo que ensinamos acima, picando a carne na faca, temperando e moldando os hambúrgueres, passando na frigideira até o ponto desejado e cobrindo com o cheddar. Passe as metades internas dos pães na frigideira.

Corte a base do shimeji, que mantém os cogumelos unidos. Não pique os cogumelos: o ideal é deixá-los inteiros e compridos. Em uma panela, coloque uma colher de sopa bem cheia de manteiga e refogue os cogumelos e a cebola. Quando a cebola e o shimeji tiverem murchado um pouco, adicione o molho shoyu, numa quantia suficiente apenas para cozinhar o shimeji. Quando os cogumelos estiverem cozidos e o molho reduzido, desligue o fogo.

Por motivo de preguiça, utilizamos batatas congeladas. Despeje as batatas numa assadeira, sem que nenhuma fique em cima de outra, e asse até que fiquem douradas, lembrando de virá-las durante o preparo. Quando estiverem assadas, tempere com páprica picante. A páprica é uma alternativa ao sal que deixará sua batata muito mais saborosa!

shimeji burguer

Hambúrguer é amor verdadeiro, amor eterno.

Para acompanhar, gostamos de uma boa Bäcker Trigo, cerveja artesanal mineira de boa qualidade e bom preço.

Quem fizer alguma das receitas, posta uma foto no instagram e marca a gente lá (@cozidomisto) ou volta e conta aqui o que achou! :)

Gastronomia na Praça 2014

Nos dias 14 e 15 de junho, ocorreu a segunda edição do Gastronomia na Praça, dessa vez realizada na Praça do Papa. Não conseguimos ir à primeira edição, mas estávamos lá firmes e fortes (e famintos) nos dois dias desse ano.

O Gastronomia é um evento de street food, focado em oferecer alta gastronomia a preços mais acessíveis do que aqueles praticados normalmente nos restaurantes. O evento contou com a participação de diversos restaurantes estrelados da capital, além de barracas de artesanato e alguns produtos tipicamente mineiros (café, doces caseiros, cachaça e queijos), e shows com Zeca Baleiro, Thiago Abravanel e outros.

Antes de mais nada, já deixamos claro: adoramos o evento! Agora, vamos à análise.

Foi instalado um posto de troca de ingressos no Mercado Central. O ingresso era trocado por 2kg de alimento não perecível e cada pessoa poderia pegar até dois ingressos para cada dia. Se alguém quisesse mais, poderia pegar, mas teria que enfrentar a fila de novo. Fizemos nossa troca no primeiro dia, pela manhã. A fila, apesar de grande, estava organizada e o tempo de espera foi de apenas 20min. Além disso, os restaurantes receberam alguns ingressos para distribuírem para seus clientes.

Muitas pessoas reclamaram que só havia um posto de troca e que não havia limite de ingressos por dia. Poderia haver mais postos de troca sim, mas não achamos que deva haver limite diário, pois prejudicaria quem se dispôs a deixar de fazer alguma outra coisa para ir até o local trocar o ingresso. A procura foi imensa e muitas pessoas que queriam ir não conseguiram ingresso, mas, infelizmente, essa é uma situação normal em qualquer tipo de evento… E mesmo tendo havido apenas um posto de troca, é bom ressaltar sua localização central, facilitando o acesso para a grande maioria.

Outro problema que vimos muita reclamação foi a venda de ingressos por cambistas. Infelizmente, é outra questão que afeta qualquer tipo de evento e sobre a qual nada se pode fazer: a única solução seria ingressos nomeados, mas isso também já seria exagero… Ah! Havia também um lounge e um camarote, vendidos a preços surreais…

Já no evento, ficamos impressionados com a estrutura montada, a organização e a qualidade. Fomos no sábado sem saber se voltaríamos no domingo, tudo dependeria da experiência que teríamos. E saímos com a certeza de que tínhamos que voltar no domingo, e assim fizemos. O Gastronomia lotou nos dois dias, mas, ainda assim, não nos sentimos em uma “muvuca”.

A entrada era feita pela área mais alta da praça. Ali, no primeiro pavimento, estavam o lounge, algumas barracas de artesanato e comidinhas, banheiros, mesas e bancos, postos de bebida e de compra de fichas (aparentemente, nenhum aceitando cartão). Achamos que tinha poucas mesas e poucos guarda-sol.

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No piso intermediário, estavam as barracas dos restaurantes e mais uma de artesanato, o palco principal, postos de bebida e de fichas (apenas alguns poucos aceitando cartão), algumas mesas e o camarote.

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No gramado atrás das barracas, ficava a tenda de Ensalada, uma oficina de “mini chef” para crianças e mais banheiros. Aqui, uma observação: a organização havia divulgado que haveria uma área picnic, com toalhas distribuídas gratuitamente. No sábado, vimos pouquíssimas toalhas sendo utilizadas. No domingo, a princípio, as toalhas estavam sendo ofertadas a quem quisesse – enquanto algumas pessoas pegaram várias de uma vez, outras ficaram sem (presente!). Quando fomos pegar, disseram que as toalhas tinham acabado. Só que, em menos de 10 min, vimos pessoas pegando toalhas, que passaram a ser vinculadas à compra de ensaladas! Um absurdo…

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Por ali embaixo, também estava o winebar do Grupo Meet, com uma seleção de vinhos a preços atrativos, muitas garrafas entre 25 e 45 reais. No sábado, não animamos enfrentar a fila gigantesca, e ficamos só na cerveja. No domingo, chegamos cedo e não tinha fila. Compramos, então, uma garrafa do francês Château Merlet Bordeaux (R$45,00).

Sobre as comidas, uma observação que fizemos lá: além das tais ensaladas, não havia nenhum prato para vegetarianos. Não é o nosso caso, mas é algo que deve ser considerado, para atender todos os tipos de amantes da gastronomia.

Mais uma coisa legal é que alguns restaurantes serviram opções próprias de seus cardápios regulares! Então, quem gostou muito de algum prato poderá repeti-lo em uma visita à casa. E esse é o espírito de eventos que oferecem boa gastronomia a preços mais acessíveis: introduzir o cliente no estilo do restaurante, fazendo com que ele goste e retorne em outro momento.

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Glouton: Papada de porco ensopada e grelhada com purê de batata doce. (R$20,00)

O chef Leonardo Paixão – recentemente eleito chef do ano pela Veja BH –  esteve durante todo o evento na barraca, fiscalizando os pratos. O resultado não poderia ser outro: o melhor prato do evento – não apenas pelo sabor excepcional, mas também pela preocupação com a apresentação. A papada de porco desmanchava com um leve toque do garfo, uma maciez absurda. O purê de batata doce complementava a papada de forma inusitada, conferindo um toque adocicado ao prato.

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Trindade: X-Zé: Hambúrguer com queijo canastra e catchup de goiaba. (R$20,00)

O grande destaque desse hambúrguer era a carne, picada na faca ao invés de moída. Bem temperada, saborosa, suculenta e rosada, um espetáculo. A fatia de queijo canastra era bem grossa e veio bem derretida. O catchup de goiaba foi servido em um daqueles tubos de pomada, mas acabou sendo uma grande decepção, pois não vinha quase nada. Melhor que tivesse sido servido em potes maiores (como fez o Xapuri, disponibilizando variados tipos de pimenta no balcão) ou até mesmo em sachês, mas de uma forma que não limitasse tanto o consumo – e que provavelmente saiu mais cara para o restaurante… Embora o hambúrguer estivesse delicioso, achamos o preço caro pelo prato apresentado, pois seu tamanho era pequeno e foram utilizados poucos ingredientes no preparo.

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Villa Roberti: Ravioli ripieni di gallina faraona: ravioli recheado com galinha d’angola ao molho do próprio assado com champignon fresco e ora-pro-nóbis. (R$20,00)

Prato delicioso, com sabor de comida de vó. O ravioli de galinha d’angola é uma das receitas mais tradicionais do Villa Roberti, que, como pudemos comprovar, faz jus ao seu sucesso. Mas achamos que veio pouco cogumelo.

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Xapuri: Vira lata metido a besta: pão com linguiça do Xapuri e cebola caramelizada na rapadura, rúcula e mostarda. (R$20,00)

A disputadíssima barraca do Xapuri tinha as maiores filas do evento, nos dois dias. E não é por menos: o sanduíche era grande e delicioso, com um bom custo-benefício. E o cheiro da linguiça que saía da barraca e tomava conta do gramado era de partir o coração de qualquer gordinho, rs. Pedimos nosso sanduíche partido ao meio, para dividirmos (aliás, dividimos todos os pratos, para podermos comer mais!), por isso a foto não o favoreceu muito. O pão utilizado era Cum Panio e tinha casquinha crocante por fora e massa macia. A linguiça levemente picante casava perfeitamente com a cebola caramelizada na rapadura. Já a rúcula estava ali só pra fazer aquela figuração e fingir que é um sanduíche saudável.

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Ah! Bon: Brownie com sorvete de baunilha e calda quente de chocolate. (R$15,00)

A grande sacada do Ah! Bon foi oferecer sobremesas, enquanto nenhuma outra barraca mais o fez. O resultado era que a barraca estava sempre cheia, pois todo mundo ia comer um doce depois dos pratos. Eram três opções: brigadeiros (dois por R$5,00), tartellete de chocolate branco (R$10,00) e o brownie. Acabamos ficando com o brownie nos dois dias… a gente jura que ia pedir os outros no domingo, mas não resistimos, porque o brownie, além de delicioso, era enorme!

No domingo, como já dissemos, não conseguimos nem mesa, nem toalha. Sentamos na grama mesmo, debaixo de uma árvore, com nossa garrafa de vinho, e por ali ficamos num delicioso picnic, curtindo o tempo agradável, as comidinhas, a música, a companhia… teve bão!

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Salumeria Chiari: 1) Seleção de Salumeria Defumada: lombo, picanha, pastrami, copa – acompanha pão ciabatta e azeite de oliva. 2) Seleção de Salsichas Artesanais: tradicional, com alho e defumada, com mostardas clara e escura – acompanha pão de cevada e centeio. (R$20,00)

Começamos os trabalhos de domingo com um couvert, rs. Pedimos um mix das duas opções disponíveis, e parece que só não recebemos da picanha defumada. Estava tudo muito bom, petisco com ótimo custo-benefício, principalmente pra quem foi em grupos maiores.

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Borracharia Gastropub: Tilápia crocante com aioli: filé de tilápia com molho à base de mostarda dijon. (R$20,00)

Mais uma ótima opção, que tinha filas enormes o tempo todo. Nada de óleo escorrendo: a tilápia estava bem crocante e bem temperada. O molho à base de mostarda dijon adicionava ainda mais sabor e mostrava-se como o complemento ideal para o peixe.

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Cantina Piacenza: Ravioli de queijo minas com azeite de couve, salsa brava, crocante de bacon e redução de aceto balsâmico. (R$20,00)

Olha só: dá pra contar míseros cinco raviolis no prato. Decepcionante não só pela quantidade, mas pelo sabor também – ou a falta dele -, não muito diferente daqueles que você compra no supermercado…

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Vecchio Sogno: Gnocchi di taioba com picola polpetta di carni alla salsa veneziana: gnocchi de taioba com polpetta ao molho de cebola, abobrinha e azeitona seca. (R$20,00)

Por fim, o pior prato que comemos no evento. Ah, que arrependimento de termos optado por ele… Sem gosto, sem graça, frio. O gnocchi não desmanchava na boca e as polpettas estavam meio “borrachentas”.

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Não podemos deixar de falar de uma ação bacana promovida pelo Senac durante o Gastronomia na Praça: a carreta-escola de Turismo e Hotelaria estava oferecendo gratuitamente aulas de Slow Food e de Botecaria com o chef Luciano Avellar. Conseguimos nos inscrever para a aula de Botecaria no final da tarde de domingo.

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Infelizmente, a própria logística da carreta-escola impede que os alunos vejam de perto o preparo da comida. Ainda assim, foi uma experiência interessantes para nós dois, que nunca tínhamos assistido uma aula de culinária.

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O chef Luciano Avellar ensinou uma receita típica de Minas Gerais: pastel de angu com recheio de carne e umbigo de banana.

Saímos da aula e passamos no Ah! Bon para comermos mais um brownie antes de irmos embora.

Tudo foi tão bom, que já estamos esperando o próximo Gastronomia na Praça. :)

BH: Café Biografias

Continuando nossa saga para conhecer os bares mais badalados do Maletta (já viram o post sobre o Dub?), hoje vamos falar sobre o Café Biografias.

Dos estabelecimentos mais novos, que surgiram após o “renascimento” do Maletta, o Biografias é o segundo mais antigo. Uma das curiosidades do local é que, a cada três meses, um novo chef assume as panelas.

O bar ocupa a varanda do segundo andar, de frente para a Rua da Bahia, e tem algumas mesas dentro da loja e outras espalhadas pela varanda. Um ambiente gostoso para um almoço tranquilo ou um happy hour. A decoração mistura elementos românticos com referências cinematográficas, musicais e políticas.

Para esse post, fomos ao Biografias em três ocasiões, sendo um almoço e duas vezes à noite. Em cada ida, saímos do lugar com uma impressão diferente, mas nenhuma delas muito boa…

Há alguns dias, estávamos de bobeira no centro e, sentindo a fome apertar, decidimos almoçar no Maletta. Havíamos lido que o Biografias servia um menu executivo de almoço a preços convidativos, com cardápio que varia todo dia. Encontramos o bar vazio, o que não impediu de o atendimento ser demasiadamente lento. Dentre as opções disponíveis na ocasião, escolhemos o escalope de filé acompanhado de spaghetti à carbonara, recebendo, de entrada, uma salada de alface, tomate e lascas de parmesão.

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Para acompanhar o almoço executivo, cerveja Eisenbahn Weizenbier (R$9,00).

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Almoço executivo (R$20,90): Menu do dia – Escalope de filé e espaguete à carbonara.

Infelizmente, o prato principal estava bem sem graça. A carne não nos pareceu filé e não estava saborosa. O molho aguado e engordurado (estão vendo as bolhas de óleo?) não conseguia salvar o filé. O carbonara do espaguete passou longe e os poucos pedaços de bacon em cima da massa eram pura gordura, zero carne. Sem falar que o spaghetti estava muito além do ponto ideal. Por incrível que pareça, a única coisa boa do prato inteiro era o ramo de alecrim fresco

Mas como somos brasileiros e não desistimos nunca, fomos ao Biografias duas outras vezes, a fim de provar as especialidades presentes no cardápio regular da Casa. E de quebra pra curtir o ambiente e a vista proporcionada pela varanda do Maletta.

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Ah, a vista… Muito bom sentar na varanda e beber um pouco vendo a vida passar lá embaixo na rua.

Na primeira vez em que fomos à noite, pedimos uma porção de cogumelos no molho de queijo. Era um sábado à noite, após o feriado de 1º de maio. Nossa vontade era, na verdade, de ir ao Dub, mas, chegando lá, estava fechado, assim como vários outros estabelecimentos do Maletta. Resolvemos, então, nos sentar na varanda do Biografias, um dos poucos bares abertos na ocasião.

Ao iniciarmos os pedidos, começaram as frustrações. Pedimos uma Eisenbahn, mas disseram que estavam em falta. Pedimos uma taça de vinho, mas também não tinha. O jeito foi beber uma Stella… Mas qual não foi a nossa surpresa quando vimos nas mesas recém-ocupadas exatamente as bebidas que supostamente estavam em falta? Provavelmente, um engano bobo da moça que nos atendeu, mas que já comprometeu um pouco a nossa experiência no lugar.

Mas o grande problema foi a escassez de pessoal na cozinha, só havendo uma cozinheira, sem ajudante nem nada. Consequência: os pratos demoraram uma eternidade. Nossa intenção inicial era comer a porção de cogumelos e dividir outro aperitivo ou um sanduíche, mas, como os cogumelos tardaram muito, e estávamos morrendo de fome, acabamos terminando a noite em outro lugar. O gerente (ou seria o proprietário?) percebeu nossa insatisfação ao pedirmos prematuramente a conta, mas mesmo assim não se aproximou para saber a razão. Faltou atenção com o cliente insatisfeito, né?

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Cogumelo ao creme: cogumelos salteados ao molho de queijo e ervas, acompanhado de baguete (R$28,00)

O preço dos petiscos varia de 16 a 28 reais.

Quem acompanha o blog sabe que não resistimos a cogumelos, especialmente os de paris e shimeji. Mas o que não havíamos contado é que um de nós não gosta de shiitake, sempre relegando o pobre do fungo para o prato vizinho quando presente em alguma receita. Enfim, feito esse pequeno parênteses, vocês já devem ter descoberto o que aconteceu… Pois é, após um século de espera pela porção, eis que ela chega em todo o seu esplendor e glória de… shiitake. Sabemos que devíamos ter perguntado qual espécie de cogumelo era utilizado, mas presumimos (por nosso erro e azar) que eram de paris, por serem mais comuns e pela falta de indicação no cardápio de um cogumelo “diferente”. Quanto ao molho, tinha um forte gosto de queijo, mas nem sombra de ervas. Para quem gosta de shiitake, foi um prato satisfatório, sem nada de especial. Para quem não gosta, uma espera em vão.

Por fim, a última vez no Biografias foi para provar um sanduíche. Na ocasião, duas pessoas na cozinha, e o prato chegou rápido. Só um de nós comeu, porque o outro já tinha desistido da Casa e preferiu lanchar em outro lugar. Atendimento mediano, como sempre…

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Francesinha: compagnon, muçarela, presunto de parma, linguiça, mortadela, roast beef, ovo e molho de cerveja (R$17,50)

O preço dos sanduíches varia de 14 a 17,50 reais.

O conjunto é vistoso, especialmente pelo ovo frito, que, com a gema mole, dava um espetáculo quando furado. No entanto, as quantidades dos ingredientes variavam muito dentro do sanduíche, de forma que o gosto de um sobrepujava os dos demais. No caso, senti que estava comendo um simples pão com mortadela, acompanhado de ovo frito. O molho de cerveja era, em teoria, uma adição interessante, mas estava muito ralo e engordurado, comprometendo, assim, a textura do pão e o gosto do sanduíche.

Bom, o Café Biografias não conseguiu nos conquistar. Fomos três vezes e não saímos bem impressionados em nenhuma delas. O preço é bom, mas a comida é de mediana a fraca. O atendimento também é mediano. Ou seja, nada é suficientemente bom que nos faça querer voltar mais. Afinal, ali mesmo na varanda do Maletta há outros lugares melhores e na mesma faixa de preço.

Café Biografias: Edifício Maletta – Rua da Bahia, 1148, loja 08 (varanda do segundo andar) – (31) 3567.4651.