BH: Oak Restaurante e Wine Bar

Nossa primeira ida ao Oak foi para jantar durante a edição do segundo semestre de 2013 do Restaurant Week. Gostamos tanto, que voltamos na 8ª Edição do Restaurant Week em BH. O cardápio de almoço custava R$37,90 + R$1 (Jornada Solidária).

Chegamos cedo, pois não tínhamos reservas e estávamos com (muita) fome. Durante nosso almoço, a casa lotou bastante, mas ainda assim o atendimento foi excelente do início ao fim, mantendo a boa impressão que já tínhamos.

A decoração, na qual prevalece o uso da madeira, é bem charmosa. A única ressalva que fazemos é que, da vez em que fomos para jantar, sentamos na área interna e ficamos muito incomodados com uma televisão passando propagandas (!) que estava bem em frente à nossa mesa. Porque, né, qual a necessidade disso, gente? A luz era chata e a televisão desviava involuntariamente nossa atenção, muito desagradável.

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Fomos para um almoço de domingo e sentamos na varanda, bebendo umas cervejas, num clima muito agradável. Pra variar, a cerveja era Stella… mas como era domingo e estava de dia, vamos perdoar.

Engraçado que, apesar de a casa ter uma vasta e (teoricamente) boa carta de vinhos, notamos que grande parte das mesas também estava consumindo cerveja. E aí, permanece nosso questionamento: por que os bons restaurantes de BH não investem em uma melhor carta de cervejas também?

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Entrada: Confit de bacalhau com galette de batata crocante e tapenade de olivas.

Entrada deliciosa, cujo único pecado era o excesso de gordura no galette de batata, que, a propósito, estava realmente crocante. O tapenade de olivas conferia a acidez ideal ao prato e reinventava a parceria bacalhau + azeitonas pretas de forma muito feliz. A combinação de sabores e texturas nos deixou muito satisfeitos.

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Prato principal: Pappardelle de funghi nero com ragu de costela bovina e dijon.

O pappardelle estava bem cozido, o que agradou o paladar de um e desagradou o do outro, que prefere a massa mais al dente. O molho estava gostoso, porém um pouco ralo, poderia ser mais encorpado… Não sentimos nem o cheiro da mostarda dijon, que ficou só no nome do prato. A quantidade de funghi poderia ser maior. No entanto, apesar dos pesares, a massa estava deliciosa e só faltou lambermos os pratos! rs

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Sobremesa: Parfait de doce de leite, compota de banana e farofa de castanhas.

O parfait estava com ótima consistência e levemente gelado. Não se destacou o gosto do doce de leite, o qual acabou completamente obscurecido pela essência de café utilizada (que, diga-se de passagem, não constava na descrição da sobremesa, o que pode desagradar aqueles que não são adeptos). De toda forma, o resultado era positivo, especialmente em razão da farofa de castanhas, que casava muito bem com a textura da sobremesa.

Por outro lado, a compota de banana foi um aspecto negativo do prato, já que nem o seu gosto e nem a sua aparência despertavam qualquer interesse em experimentá-la. Analisando o conjunto, a bolinha de banana restou totalmente desconexa dos demais ingredientes, de modo que a sua introdução poderia ter sido melhor pensada pela casa.

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Sobremesa: Sorbet de goiaba com creme de queijo canastra e caramelo de goiabada.

Em uma expressão: alôôô Minas Gerais!! hahaha Falando sério agora, essa sobremesa, tão tão mineira, estava extraordinária. O creme de queijo e a goiabada caseira (com gosto de goiaba mesmo, nada artificial) casavam perfeitamente. O sorbet de goiaba só adicionou mais gostosura ainda. Seria muito feliz comendo isso todos os dias da minha vida!

O Oak é muito bom, não é à toa que voltamos. Vale muito a pena ir lá durante o Restaurant Week, pois os cardápios são bons e a casa mantém a qualidade da comida e do atendimento durante o evento.

Oak: R. Curitiba, 2164, Lourdes – (31) 2511.6694.

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BH: Trindade

O Trindade era um desejo antigo nosso… Aproveitamos a 8ª edição do Restaurant Week em BH para finalmente conhecermos a casa. O restaurante é comandado por Fred Trindade e Felipe Rameh, que, durante toda a noite, circularam pelo salão e cumprimentaram alguns clientes. A propósito, Felipe Rameh foi eleito pela Veja BH 2013 como o Chef do Ano.

O Trindade mistura – com maestria, diga-se de passagem – elementos clássicos e modernos, tanto na cozinha, quanto na decoração. A cozinha contemporânea e autoral traz sofisticação a ingredientes tradicionais da culinária mineira e inova em suas misturas e aplicações.

O serviço é impecável, como se espera de um restaurante do nível do Trindade.

Durante o Restaurant Week, o cardápio de jantar custa R$49,90 + R$1 (Jornada Solidária). Diferente dos outros restaurantes participantes, que apresentam apenas duas opções em cada tempo do menu, o Trindade tinha cinco opções de entrada (além das que pedimos, tinha também Dadinhos de tapioca com melado e alecrim, Espetinho caprese com queijo do Serro e Canapé de ovinho trufado com queijo Zé Mario e flor de sal) e de prato principal (além dos nossos, Creme de baroa com cogumelos, castanhas e brotos, Picadinho de filé angus glaceado com abobrinha caipira, banana, farofa croc e ovo frito e Peixe do dia com palmito assado, legumes verdes e purê de banana). Ponto para o Trindade, que preza pela variedade e por tentar agradar ao máximo o cliente. Além disso, as opções apresentadas integram o cardápio regular da casa, o que torna o RW uma ótima oportunidade para conhecê-la.

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O amplo salão apresenta belos painéis de Rogério Fernandes, que, aliados aos suntuosos lustres, grandes mesas de madeira e antigos utensílios de cozinha, compõem um ambiente arrojado e aconchegante. Nas mesas, o vasinho de flor e a panelinha com pimenta adicionam charme e reforçam o cuidado com a decoração em todos os detalhes.

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No entanto, apesar do alto nível do restaurante, pra variar, a cerveja era Stella. Um pouco decepcionante não encontrar nenhuma cerveja especial…

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Entrada: Tulipinha de frango orgânico Korin com mel e mostarda.

A tulipinha era um show de execução para uma ideia bem simples. A pela estava crocante na medida certa, e a carne bastante macia. O gosto da mostarda não obscurecia o sabor do frango, servindo – como sempre deve ser – para realçá-lo. O ramo de alecrim coroava a experiência, conferindo um gosto marcante para a entrada.

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Entrada: Batatinha brava com parma Sr. Chiari.

As batatinhas estavam bem cozidas, mas muito apimentadas. Uma entrada correta, mas não excepcional. Queria ter pedido os dadinhos de tapioca, mas estavam em falta na noite que fomos…

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Prato principal: Jarret de porco com angu de milho verde e gremolata.

A panturrilha de porco estava, simplesmente, deliciosa, desfiando, delicadamente, a cada garfada. Apesar de servida em um evento movimentado, como o Restaurant Week, o jarret foi preparado da maneira correta: assado lentamente por horas. Diferentemente da famosa panturrilha que integra o cardápio da Salumeria Central, esta veio à mesa bem quente, o que – ao menos, em minha humilde concepção – torna o prato ainda mais agradável.

O angu de milho também estava bem gostoso, casando, perfeitamente, com o molho que acompanhava o jarret. Textura e sabor bastante suaves. O prato só não foi perfeito pela escassez de gremolata. Para vocês terem uma ideia, a quantidade foi tão pouca que por várias vezes interpelei o garçom para que ele trouxesse o pote de tempero, já que, na minha ingênua visão, haviam se esquecido de servi-lo. Quem tiver uma lupa em casa pode tentar enxergar a gremolata no meu prato: são aqueles dois ramos de salsa no lado direito da panturrilha.

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Prato principal: Bobó de camarão com arroz de coco e chips de raízes brasileiras.

O bobó de camarão estava delicioso, embora também muito apimentado. Aqui ficou a única dúvida da noite: pedi que a pimenta fosse suave; mas, para o meu gosto, estava muito apimentado. E aí eu não sei se meu pedido não foi atendido ou se o prato normalmente tem níveis extraordinários de pimenta… Os chips de raízes não estavam muito crocantes, talvez por terem vindo em contato com o molho do bobó, e poderiam ter vindo em maior quantidade. Os camarões do bobó eram grandes e vieram em quantidade razoável (nem muito, nem pouco, mas eu aceitaria mais de bom grado, rs). De acompanhamento, o arroz com amêndoas, lascas de coco e raminhos de funcho (erva-doce) suavizava a pimenta do bobó. As amêndoas adicionaram a crocância desejada, que faltava aos chips. A mistura de sabores do arroz era agradável e casava bem com o tempero forte do bobó. Um prato excelente, até mesmo para quem não gosta de pimenta…

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Sobremesa: Crème brûlée de doce de leite Viçosa.

O crème brûlée preparado com doce de leite Viçosa é mais uma tentativa muito bem sucedida de reinventar ingredientes regionais. A sobremesa é doce sem ser enjoativa, graças à adição de flor de sal, que quebra o açúcar do doce de leite, ao mesmo tempo que realça seu sabor. Veio quentinho (amo doce quente!), com a casquinha bem crocante. A porção é farta e sugerimos, a quem for fora do RW, que peça para dividir. Doce sensacional, do tipo que dá vontade de comer sempre.

Fomos com expectativas bem altas, e o Trindade superou todas. Comida, atendimento e ambiente excelentes. Cozinha autoral e excepcional. É, sem dúvida, um restaurante diferenciado, que faz jus à fama que tem.

Trindade: R. Alvarenga Peixoto, 388, Lourdes – (31) 2512.4479.

BH: L’Entrecôte

O L’Entrecôte integra a tríade de restaurantes Gomide, que é sinônimo de qualidade.

Já faz algum tempo que a casa se tornou o nosso restaurante. O espaço é pequeno, mas muito charmoso e romântico, seguindo, assim, as características de um autêntico bistrô francês. O atendimento é bom e os garçons sempre muito simpáticos. Além disso, os preços regulares da casa são bem convidativos.

É bom destacar que o restaurante só oferece o prato que dá nome ao lugar: o Entrecôte. Se por um lado perde-se na variedade, no outro, ganha-se na imensa especialização no preparo, o que se reflete na qualidade e nos preços que encontramos na casa.

Ponto importante: o L’Entrecôte serve cerveja de trigo! Viva!!

E, como bons amantes do local e de carne com batata frita, não conseguimos deixar de ir durante o Restaurant Week! Fomos para o almoço, que custava R$34,90 por pessoa.

O L’Entrecôte serve, durante o RW, exatamente os mesmos pratos disponíveis no cardápio regular – que, afinal, não é muito extenso. No entanto, vale dizer que as porções são um pouco menores do que as servidas normalmente, já que o preço também cai.

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Entrada: Steak tartare.

Decepcionante. Há tempos que queríamos provar o steak tartare do restaurante, mas a espera não foi recompensada. O prato parecia ter sido preparado com muita antecedência, o que não é correto, visto que a carne deve estar fresca para os sabores se conservarem. Até mesmo o aspecto do tartare não estava convidativo, exibindo uma coloração pendendo pro cinza. As fritas estavam ainda piores, o que – é justo ressaltar – não se repetiu nos pratos principais. De todo modo, por conhecermos a qualidade da casa, vamos culpar o desastre da entrada à lotação do estabelecimento, o que não permitiu que o tartare fosse feito de maneira correta.

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Entrada: Mix de queijos (grana padano, gruyère, brie, gorgonzola)

Dizem que o mix é de queijos franceses, o que não é bem verdade… Em todo caso, um aperitivo mediano, talvez pela pouca quantidade.

Recomendamos que peçam o couvert, que foi nossa opção de entrada em todas as outras idas ao restaurante – e provavelmente a primeira razão por nos apaixonarmos por lá, quando a garçonete explicou que eram “pãezinhos quentinhos” (assim, no diminutivo, bem fofa!), acompanhados de pasta de fígado, manteiga e azeite com ervas.

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Entrecôte com batatas fritas.

Ah, o Entrecôte…que diferença um molho faz em um prato. A carne corresponde à ponta dianteira do contra-filé, caracterizada pela pouca gordura e pela maciez. O ponto é escolhido pelo cliente e anotado pelo garçom no papel que cobre a mesa. Pedimos mal passado e ao ponto, mas é bom deixar claro que a carne é bem rosada já neste. Quanto ao molho, só podemos imaginar seus ingredientes, já que a receita é um segredo nesse tipo de restaurante. Conseguimos discernir, obviamente, o gosto de mostarda no molho (como não poderia deixar de ser… duh!), e um de nós sentiu o sabor de fígado de galinha (embora pouco acentuado). De qualquer forma, é um molho extremamente saboroso e que vem em boa quantidade, podendo ser usado para molhar as fritas que acompanham a carne. Para aqueles que preferem um molho mais forte, há, em cada mesa, um pote de mostarda Dijon, para a felicidade do cliente.

Obs: No cardápio regular, o Entrecôte inclui uma “Salade de Saison pequena”, servida como entrada. Segundo a descrição, a salada é composta de “folhas verdes do dia, tomatinhos cereja, nozes e molho especial com mostarda de Dijon”.

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Sobremesa: Mousse de chocolate servida à francesa

Essa mousse é deliciosa, bem aerada, com pedaços de chocolate. Não é enjoativa, e você pode repetir – mas nunca conseguimos esse feito, pois sempre chegamos nesse ponto do almoço ou jantar já bastante satisfeitos. Muito boa, pedido obrigatório.

Como dissemos no início, temos um carinho especial pelo L’Entrecôte e voltamos lá sempre que possível. Sem dúvidas, vale a visita.

L’Entrecôte – R. Marília de Dirceu, 116-A, Lourdes, BH – (31) 3275.0250

BH: Ficus Restaurante

Acho que a vontade de conhecer o Ficus nasceu em um dia que passamos de táxi pela porta do restaurante, pouco antes de começar o Restaurant Week. A fachada do restaurante é bem charmosa, com a árvore que dá nome ao lugar guardando a sua entrada.

Como se fosse o destino, quando saíram os cardápios do evento, o que mais nos chamou a atenção e despertou o nosso desejo (e estômago) foi justamente o de lá, mas acabamos não conseguindo ir nas semanas seguintes. Nossa sorte foi que vimos no Facebook que eles estenderam o evento por mais uns dias, e aproveitamos uma noite de sábado para ir lá.

A decoração do restaurante é simples, mas muito elegante. Um ótimo lugar para um jantar romântico.

Um breve parênteses: quem leu a seção sobre quem somos já percebeu o nosso amor por suco fermentado de cevada. Enfim, sempre que pegamos um cardápio, a primeira coisa que buscamos é uma cerveja para começarmos os trabalhos. Enquanto a maioria dos restaurantes serve, apenas, Heineken e Stella (boas, mas sem graça), no Ficus é possível beber uma Erdinger Weissbier (cerveja alemã de trigo: amor em estado líquido). É decepcionante ver como a maioria dos restaurantes investe em uma boa carta de vinhos, mas não apresentam nenhuma cerveja especial. Ponto pro Ficus!

O atendimento foi mediano. Embora tenhamos ido em um sábado de RW prolongado, a casa não estava cheia. Ainda assim, tivemos que esperar muito até alguém nos atender. Fora isso, gostamos da liberdade de não precisar escolher todas as opções do menu logo de cara.

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Entrada: Raviolone de salmão defumado ao prosecco.

Uma opção sem graça. Pouco esmero na montagem do prato, com quatro pétalas de flor que não contribuíam em nada, nem para embelezar o prato – vale lembrar que o tema da edição era Flores e Frutas, o que resultou em coisas sem sentido, como essas pétalas. Esse molho aguado também não era muito convidativo, e faltou tempero no raviolone.

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Prato principal: Medalhão de filé grelhado, arroz de provolone e presunto de parma.

Delicioso, mas, novamente, faltou cuidado na montagem do prato. Foi até decepcionante quando recebemos os nossos, pois os que víamos passando eram muito mais bonitos e maiores. Sabe como é… a grama do vizinho é sempre mais verde – ou estávamos com azar mesmo. Mas, em termos de sabor, arriscamos a dizer que foi o melhor prato que comemos durante o RW. A ideia do risoto de provolone foi bastante interessante, já que sempre pensamos em outros queijos para fazer esse tipo de prato…

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Sobremesa: Chocolate Love recheado de sorvete com calda quente.

Melhor sobremesa do RW!!! Quem não ama um bolinho quente com sorvete? As amêndoas deram um toque especial, adicionando sabor e crocância à sobremesa. Destaque, também, para os dois pedaços de brownie, na base e acima do sorvete, que tinham um sabor extraordinário de chocolate.

Enfim, o Ficus é, definitivamente, um restaurante que vale a visita e que queremos voltar.

Pra quem perdeu a oportunidade de ir no RW, a casa tem um “Menu combinado Pret a Porter”, com entrada, prato principal e sobremesa por R$54,90, servido de terça a quinta e aos sábados. O cardápio pode ser conferido na página do Facebook.

Ficus Restaurante – Rua Felipe dos Santos, 162, Lourdes – (31) 3225.4007.